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Ensinar os Princípios do
Trabalho de Membro Missionário - Lição 2


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ENSINAR OS PRINCÍPIOS DO TRABALHO DE MEMBRO MISSIONÁRIO

Lição 2


1. Podemos prever de antemão quem vai se interessar pela Igreja?


Temos sido orientados a evitar julgamentos e a compartilhar o evangelho livremente com todas as pessoas, permitindo que elas decidam por si mesmas se estão interessadas em aceitar um convite ao evangelho. Quando determinamos que alguém não tem interesse e, por conseguinte não lhe apresentamos o evangelho, nós o impedimos de exercer seu arbítrio, e essencialmente tomamos a decisão por ele.


Princípio 2: Devemos evitar julgar a receptividade das pessoas e compartilhar o evangelho livremente “sem qualquer acepção de pessoas” (Alma 16:14)


Considere estes exemplos: um sargento durão; um hippie sujo e drogado, um playboy


Convite: Procure por oportunidades para falar sobre nossa fé honesta e abertamente com todas as pessoas.


2. Podemos compartilhar o evangelho com qualquer pessoa, não somente com amigos.


Princípio 3: Não precisamos e não devemos alterar nosso relacionamento com alguém antes de fazer um convite ao evangelho.


(Ver Élder M. Russell Ballard, A Liahona, Maio 2006, 84)


Convite: Procure por oportunidades para falar sobre nossa fé honesta e abertamente com muitas, muitas pessoas.


3. Como convidar pessoas sem ofendê-las.


I. Seja direto e sincero.

Corremos o risco de gerar ofensa se convidarmos as pessoas de maneira evasiva. Se formos diretos e sinceros, e se as pessoas sentirem o nosso amor, e o amor que Deus tem por elas emanando através de nós, elas então se sentirão tocadas e agradecidas, e jamais ofendidas – mesmo se disserem não.

(Ver Élder M. Russell Ballard, A Liahona, Maio 2003, 37)


Princípio 4: Devemos ser honestos, diretos e sinceros ao fazer um convite ao evangelho.


II. “Desvincule” o relacionamento do convite (Separe os dois verbalmente).

III. Abra portas em conversas do dia-a-dia.

Use “palavras mórmons” como “Ala, Estaca, nossa missão, atividades de nossos filhos na Igreja,” ou “nossos chamados na Igreja” em conversas do dia-a-dia para sinalizar nossa filiação à Igreja. Isso vai “abrir a porta” para uma conversa sobre a Igreja por onde as pessoas podem optar passar.